"MARIANA nos convida para uma interessante jornada, emprestando-nos “seu olhar” para mostrar,
através da narrativa de seus pensamentos, sentimentos e emoções, tudo que existe além das “DIS-HABILIDADES”.
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domingo, 13 de novembro de 2011

Aprendizagem Significativa

A proposta acerca da aprendizagem significativa torna-se, então, um argumento plausível acerca da utilização da interdisciplinaridade em sala de aula com o fim de serem utilizados enquanto recurso metodológico de apoio ao processo de aprendizagem.


“uma aprendizagem deve ser significativa, isto é, deve ser algo significante,
pleno de sentido, experiencial, para a pessoa que aprende. [...]
Rogers caracterizou a aprendizagem significativa como auto-iniciada,
penetrante, avaliada pelo educando e marcada pelo desenvolvimento pessoal.”
(GOULART, 2000)

domingo, 6 de novembro de 2011

O poder da aprendizagem afetiva

Aprendizagem afetiva é um conceito inovador na educação, com base nas mais recentes pesquisas em neurociência afetiva, inteligência emocional e psicologia cognitiva.

Para a aprendizagem afetiva é mais importante:
- focar nos pontos fortes que fracos
- reconhecer os acertos que os erros
- fazer listas com as grandes coisas que fez até agora e com tudo o que falta
- mostrar no que se destaca, comemorar em grande estilo cada pequena conquista

"Você nasceu para trazer algo, para agregar valor a este mundo,
para justamente ser o melhor que pode ser.
Cada experiência que viveu, cada momento que superou
foram para prepará-lo precisamente para este momento.
Você é o criador de seu destino.
Ninguém pode dançar sua dança nem cantar sua canção,
ninguém pode escrever a sua história.
Quem você é, começa agora..."

"Se você sente uma voz interior dizendo
que a esta criança não se pode ensinar,
ensine-a, por favor,
ensine-a e essa voz se calará."
Mariana Anquin

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A pequena grande contadora de histórias

Podemos considerar que a aquisição da linguagem tem inicio com o choro da criança ao nascer.

Durante o processo de desenvolvimento, a criança aos poucos vai adquirindo suas primeiras palavras através da observação e do feedback auditivo que a criança estabelece, com o objetivo de se comunicar, com aqueles que a cercam: a família.

A primeira fase é a do jargão, em que a criança começa a produzir cadeias de enunciados, meias palavras, ainda não analisáveis, mas que são completamente interpretáveis para nós adultos. Ocorre normalmente até os dezoito meses de vida da criança.

A segunda fase é a das palavras, em que a criança através de imitações desenvolve as primeiras palavras, ocorrendo por volta dos dois anos de idade.

A terceira e última fase seria a das frases onde a criança já emprega estruturas com frasais curtas, com alguns erros de gramática e de pronúncia, mas com significado compreensíveis. Tornam-se capazes de produzir uma verdadeira comunicação.
Aos poucos, ela vai identificando as inadequações em sua produção oral, observando o comportamento adulto e modificando-os.

A linguagem é um instrumento de comunicação e satisfação das necessidades que a criança possui, muito antes de começar a falar. Podemos dizer que a criança ao nascer, já tem a habilidade de usar o olhar, a expressão facial e o gesto para se comunicar.



Suely Laitano Nassif
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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Pocoyo - Não Toque

Para Spitz, a aquisição da capacidade de dizer "não" é um grande evento da primeira época da vida: a conquista da primeira palavra que serve para dialogar e não só para designar um objeto.

No segundo ano de vida, o "não" teimoso da criança não significa que ela discorde do que está lhe sendo proposto ou imposto: a criança diz "não" para afirmar que, mesmo ao concordar ou obedecer, ela está exercendo sua própria vontade, a qual não se confunde com a do adulto.

O uso do sim e do não, no discurso de cada um de nós, pode ser um indicador psicológico valioso.

É preciso distinguir entre "sim" e "não"
- "objetivos", que têm a ver com a questão da qual se trata (quero ou não tomar café),
-"subjetivos", que expressam uma disposição de quem fala, em relação ao outro, sem levar em conta o que está sendo negado ou afirmado.

Se o "não" subjetivo é um grito de independência, o "sim" subjetivo é uma covardia, consiste em concordar para evitar os inconvenientes de uma negativa que aborreceria nosso interlocutor.

Fonte:
http://contardocalligaris.blogspot.com/2009/09/dificuldade-de-dizer-nao-ou-sim.html



Suely Laitano Nassif
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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Overview - Antigas Cartilhas

A alfabetização através da cartilha passa a ser discutida após as pesquisas feitas por Emília Ferreiro e Ana Teberosky que analisam à luz da Psicologia Genética de Piaget as fases iniciais do processo de aquisição da língua escrita e a formação de conceitos utilizados pelas crianças a partir dos 3 a 4 anos de idade.

Com as cartilhas, a escola não conseguia alfabetizar mais que 50% dos seus alunos.

"A repetência e a evasão escolar era um monstruoso fastasma para as crianças, pais e professores". (Cagliari,1998)



"[...] A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual,
por trás da mão que pega o lápis,
dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam,
há uma criança que pensa."
Emília Ferreiro


Por Suely Laitano Nassif
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domingo, 27 de junho de 2010

O que é Discalculia?



Você sabia que existe a dislexia matemática?


Suely Laitano Nassif
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terça-feira, 8 de junho de 2010

Sopa de Letrinhas...

Imaginação... cria mundos, monstros , aventuras ...
A criança imagina sem perder o encantamento....
Este curta, de Simon Moreau, Bastien Dubois e Joris Baquet de 2007,
apresenta uma menininha frente à sua sopa de letrinhas...


Letrinhas que tomam vida...
que a conduzem ao desconhecido ativando sua curiosidade...
propondo desafios à compreensão do mundo “letrado”...
intrigante impasse que propõe a busca pela melhor saída.


Suely Laitano Nassif

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Postagens relacionadas:
Falando sobre a Sopa de Letrinhas...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Dislexia...



Distúrbio responsável pelas dificuldades de milhões de crianças...
Tem sido usada para justificar o fracasso escolar e a evasão.









Suely Laitano Nassif
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